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H-orizontes

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27
Jul22

“The Body” – Stephen King

Helena

the-body-33.jpg

No verão de 1959, Gordon Lachance e o seu grupo de amigos decidem partir numa expedição à procura do corpo de um rapaz que tinha desaparecido alguns dias antes. Vern, um dos amigos de Gordon, tinha ouvido uma conversa do seu irmão em que ele se mostrara aflito por ter encontrado o cadáver da criança desaparecida perto dos carris na floresta de Castle Rock. Como a descoberta se deu enquanto conduzia um carro roubado, o irmão de Vern não pudera reportar o caso às autoridades. Assim, imaginando antecipadamente a fama e a glória que ganhariam por descobrirem e entregarem o corpo do desaparecido, Gordon, Vern, Chris e Teddy partem de mochila às costas, com um cantil e algumas moedas, para uma aventura mais perigosa do que esperavam, que trará ao de cima o verdadeiro caráter de cada um.

“Friends come in and out of your life like busboys in a restaurant, did you ever notice that?”

Este livro, publicado em 1982 como parte da saga Quatro Estações, é surpreendentemente diferente do género que celebrizou Stephen King. Em The Body, somos confrontados com a jornada inocente de um grupo de amigos que se transforma num momento de passagem entre a inconsciência da infância e o início da maturidade. Assim, as personagens desta “coming-of-age story” deparam-se pela primeira vez com a realidade da morte, com os desafios da sobrevivência e com escolhas que têm de fazer independentemente das dos seus amigos.

Para além de ser uma narrativa curta sobre o crescimento e o processo de autodescoberta de crianças com passados conturbados, The Body abarca ainda a visão do mundo na perspetiva de um jovem escritor. Gordon, o narrador que constrói esta espécie de “memoir”, reflete não só acerca das duas faces do fluxo permanente da imaginação de um escritor, mas também sobre as expectativas a que é submetido por parte do público e dos editores.

Esta história conta com a adaptação cinematográfica de 1986 Stand by me, um filme fiel ao original que marcou a identidade de uma geração.

“because the rite of passage is a magic corridor and so we always provide an aisle – it’s what you walk down when you get married, what they carry you down when you get buried.”

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