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H-orizontes

H-orizontes

07
Set21

A valorização das artes, enquanto dimensão fundamental de uma formação de base humanista

Helena

Quando pensamos no futuro da Humanidade, a nossa mente é imediatamente invadida pelas conquistas promissoras das ciências e da tecnologia: o desenvolvimento da inteligência artificial, a iminência da vida em Marte, a popularização dos carros elétricos. E a cultura? Na minha opinião, a valorização das artes está intimamente ligada ao progresso da Humanidade.

A expressão artística, desde a pintura à literatura, tem um impacto a longo prazo na formação humanista das gerações. A sua influência presente baseia-se na sua função crítica, através da chamada de atenção para os problemas atuais e para a consequente necessidade de alteração dos valores vigentes. Em "Os Maias", o autor expõe a sociedade lisboeta retrógrada, inculta e fundada em estruturas corruptas da Regeneração, pretendendo abalar os seus alicerces. Quanto ao impacto futuro, a arte é essencial para fomentar o espírito crítivo das gerações vindouras e evitar a repetição dos erros do passado. É nesse sentido que assistimos à proliferação de livros e filmes que abarcam temas como o racismo, a escravatura e o Holocausto.

Em segundo lugar, a valorização das tendências vanguardistas é fundamental para o progresso criativo e a alteração de mentalidades. O estímulo das vanguardas, pela sua ousadia na rutura dos cânones estabelecidos, equivaleria ao fomento da ambição e das capacidades de inovação das gerações no presente. É a sucessão de correntes artísticas, como o Romantismo, o Realismo e o Modernismo, juntamente com os princípios que as definem, que sustenta a metamorfose da matriz subjacente à sociedade ao longo dos séculos.

A valorização das artes surge, assim, como uma dimensão fundamental de uma formação de base humanista, uma vez que possibilita a interpretação crítica do passado e impulsiona o progresso futuro. Assim sendo, considero urgente a edificação da consciência artística na sociedade, a vinda do "Quinto Império" profetizado por Fernando Pessoa, um império espiritual fundado na cultura e no conhecimento. Nas palavras do poeta, "É a Hora!".

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(Exame de Português, 12º ano, 2021, 1ª fase)

11
Set20

Can teenagers make a difference in the world?

Helena

“Be the change you want to see in the world” – Mahatma Gandhi.

In my opinion, teenagers can make a difference in the world, once they are the base of the future which is being built and they have some tools that allow them to spread their word worldwide. Besides, teenagers are not usually expected to take global issues seriously and they can use it in their favour.

As we all know, teenagers are the adults of the future. Therefore, most of their actions will define the path of our world in the next decades, or even in the next centuries. For instance, the industrial revolution took place in the 1700s and we are still dealing with its consequences. Not so long ago, the use of CFCs led to the accumulation of greenhouse gases on the atmosphere that increased climate change’s pace. Teenagers now hold the responsibility of having an impact on their future lives by doing the opposite: by taking action in order to fight resource depletion, climate change, poverty and hunger, so as to make this world a better place.

Secondly, teenagers can take advantage of their skills and make a change through the means they master the best: social media. Digital platforms such as Twitter, Instagram and Facebook give young people the opportunity to raise their voice and to be heard by everyone, once Internet users are connected to people in every corner of the planet. Influencers play a major role in today’s society, as they are seen as role models by the ones who follow them. There are lots of teenager influencers, so if they make a change in their habits to protect our planet, probably their followers will do the same. This works not only for environmental questions, but also for ethical ones. During the Black Lives Matter movement, for example, many influencers expressed themselves through social media and urged people to adopt peaceful and tolerant behaviours.

Finally, it is well known that teenagers are not expected to be informed nor to make an impactful move in relation to global issues. Therefore, when they prove to know what is happening and start expressing themselves, society takes it as shocking. In my opinion, the shocking effect that revolted teenagers have on people is favourable for a change of habits and points of view. It makes one question his or her actions and realize the seriousness of some issues that he or she underestimated. For example, Greta Thunberg started a wave of school strikes to draw people’s attention to environmental issues, which has spread all over the world. Young people’s demonstrations caught everyone’s eye and Greta’s movement urged governments and important organizations to take action in relation to the fight against climate change.

To conclude, I think that Gandhi’s quote is wise and that it can be followed by everyone, even by teenagers. As Emma Watson said, “If not we, who? If not now, when?”.

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(Exame de Inglês, 11º ano, 2020, 1ª fase)

 

02
Ago18

É importante estudar o passado da Humanidade?

Helena

Na minha opinião, é importante estudar o passado da Humanidade, pois podemos aprender com os erros que foram cometidos, e também valorizar os feitos dos nossos antepassados.

Primeiramente, os erros do passado podem ensinar-nos a não tomar as mesmas atitudes para evitarmos situações semelhantes às que aconteceram anteriormente. Por exemplo, com os gastos excessivos dos monarcas na época dos Descobrimentos podemos concluir que não se deve gastar dinheiro em bens supérfluos quando a situação económica do país é favorável, pois podem seguir-se tempos conturbados devido a isso.

Em segundo lugar, podemos observar os problemas do passado para os encararmos de forma diferente, propondo novas soluções. As doutrinas económicas são um bom exemplo de várias abordagens para os mesmos problemas: pobreza, desemprego, crises. Após a Revolução Liberal, instituiu-se o liberalismo, mas este resultou no Crash da Bolsa de Nova Iorque em 1929. Em resposta a essa crise, entrou em vigor nos EUA o “Estado Providência”. Esta doutrina acabou por não surtir efeito, pelo que se instituiu o neoliberalismo. Assim, ocorrem tentativas sistemáticas de lidar com os problemas de várias maneiras, tentando superar as falhas do passado.

Por último, o conhecimento do passado permite que nos orgulhemos das conquistas dos nossos antecessores, valorizando a nossa História. Desse modo, as grandes figuras do passado podem ser uma inspiração para a sociedade actual, motivando-nos a atingir proezas que lhes façam justiça.

Assim, concluo que um conhecimento da História é muito importante e nos ajuda a agir no presente.

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