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H-orizontes

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26
Set18

"The Hunger Games: Os Jogos da Fome" - Suzanne Collins

Helena

O primeiro livro da trilogia de sucesso mundial escrito por Suzanne Collins conta a história de Katniss Everdeen, uma jovem de 16 anos residente no Distrito 12, uma das divisões territoriais de Panem. Todos os anos, o Capitólio, a “capital”, organiza os chamados Jogos da Fome, um evento para onde são enviados um rapaz e uma rapariga com menos de 18 anos de cada distrito para lutarem até restar apenas um jovem vivo. Este “espetáculo” foi criado para relembrar os Distritos da superioridade do Capitólio, evitando a repetição da revolta contra a capital que resultou na destruição do Distrito 13. Como todos os anos, a população do Distrito 12 assiste à cerimónia de seleção dos tributos, mas o inesperado acontece: Prim, a irmã de Katniss, é escolhida para tributo no seu primeiro ano. Decidida a evitar que a sua irmã passe por qualquer tipo de sofrimento, Katniss oferece-se para ir em lugar de Prim para os Jogos. Assim, juntamente com Peeta, é lançada para a arena a fim de lutar pela sobrevivência contra 23 outros tributos. Mas será esta luta o início de um fenómeno que Katniss não conseguirá travar?

Não gostei muito deste livro. A história é muito linear e previsível e a estrutura frásica é básica, assim como o vocabulário empregue. Apesar de me terem dito que os capítulos acabavam com um suspense que fazia querer ler mais, não achei que fosse um livro de tal modo cativante que desse vontade de acabar para desvendar a trama que, vendo bem, não existe. Não há um mistério por desvendar, é um universo pouco explorado e uma intriga pouco profunda. Assim, concluo que é um livro que não deve estar no topo da to-read list, sendo aquilo que penso poder considerar-se um livro demasiado fácil, quase vazio.

The hunger games (1).jpg

 

26
Set18

De que modo está esta imagem relacionada com a Filosofia?

Helena

Filosofia.jpeg

 Para exercer a atividade filosófica é necessário ter a mente aberta, ver por várias perspetivas e considerar novas ideias. É preciso questionar os dados e as suposições e não ficar limitado ao que nos é comunicado. Devemos ter espírito crítico e pensar por nós mesmos. Assim, nesta imagem, o cadeado simboliza a limitação dos "horizontes" da personagem, que se revela triste, pois a falta de capacidade de pensar, conhecer coisas novas e possuir capacidade de opinião e crítica é limitativa e opressiva. Tal como no cadeado, existe uma chave que "liberta" a mente de uma pessoa, mas primeiro ela tem de estar disposta a fazê-lo, assim como se o cadeado estiver enferrujado ou encravado se recusará a abrir. A filosofia permitirá "olear" o cadeado e assim ajudar a alargar os horizontes, a perceber mais e melhor do que nos rodeia. Assim como com o cadeado a personagem fica presa ao que lhe é dito sem o questionar nem querer saber mais sobre isso, também sem o saber, a vontade de aprender e o espírito crítico as pessoas ficam limitadas a aceitar as informações que lhes chegam, mesmo que sejam falsas. A imagem reflete a tristeza derivada de uma mente pobre e fechada.

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